segunda-feira, 12 de abril de 2010

Filosofia


Kant



Immanuel Kant nasceu em 22 de abril de 1724 em Königsberg, atual Kaliningrado, Prússia, onde estudou, lecionou e faleceu. Filho de pietistas (protestantismo luterano) vivia sob uma rotina controlada. Levantava-se às 5 horas, deitava-se às 22 horas e sempre percorria o mesmo percurso pelo qual ia até a Universidade onde trabalhava. Não casou, nem teve filhos.

Com a forte influência do racionalismo optou por seguir a carreira acadêmica da matemática e da física. Em 1744 iniciou seu primeiro livro "Ideias sobre a Maneira Verdadeira de Calcular as Forças Vivas", o qual tratava de força cinética. Aos 21 anos foi para Arnsdorf, uma cidade vizinha de Königsberg, onde trabalhava para três famílias como tutor particular. Posteriormente, voltou para sua cidade e continuou seu trabalho acadêmico. Se interessava por diversas áreas, desde exatas à literatura.

O método filosófico de Kant, se baseava na crítica. Como afirmava: "Só a crítica pode cortar pela raiz o materialismo, o fatalismo, o ateísmo, a incredulidade dos espíritos fortes, o fanatismo e a superstição, que se podem tornar nocivos a todos e, por último, também o idealismo e o cepticismo, que são sobretudo perigosos para as escolas e dificilmente se propagam no público".
Kant determina as condições subjetivas ou da objetividade. Se o conhecimento é relação, não pode conhecer as coisas "em si", mas "para nós", são analisados através do espaço e tempo. O espaço consiste no sentido externo, na forma espacial, e o tempo, no sentido interno, na forma temporal.

O filósofo com sua preocupação com a moral e com a relação dos homens, publicou em 1788 "A Crítica da Razão Prática".

Além de obras sobre o conhecimento, a moral e a religião, Kant escreveu várias obras sobre estética (sensibilidade), sendo a mais importante a "Crítica da Faculdade de Julgar".
Em 1804, faleceu por decorrência de uma doença degenerativa, deixando para a Filosofia contribuições extremamente importantes.

GRUPO:

Carla, nº1
Maria Paula, nº 13

terça-feira, 30 de março de 2010

História

Análise comparativa dos quadros "Bacanal" de Ticiano e "Juízo Final" de Michelangelo.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Filosofia

O lugar da intolerância religiosa no mundo atual

Nos períodos anteriores a intolerância religiosa estava visivelmente presente na sociedade. Vale ressaltar como exemplos como a Santa Inquisição, onde pessoas que possuíam crenças diferentes eram condenadas até mesmo à morte, sendo permitido somente o catolicismo como religião oficial, e como a Reforma e a Contra-Reforma, disputas entre religiões visando o maior número de fiéis.
Atualmente a intolerância se minimizou, pois com a modernidade a harmonia entre religiões é parte da moral e representa liberdade de expressão e respeito. É minimizada, mas não deixou de existir, como se pode ver com o ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro.
Portanto, pode-se concluir que a intolerância é consequência da criação das instituições, que forjam o que somos hoje, criando modelos que devem ser seguidos.

quinta-feira, 18 de março de 2010

História

Relatório de História: Análise comparativa

Atividade 3 - página 9.

· Etapa 1 (17/03)

- Analise das obras

- Periodização

- Coleta de dados sobre Concílio de Trento, Michelangelo e Ticiano

· Etapa 2

- Reunião para procura de imagens

- Esboço do vídeo

- Elaboração dos textos

- Escolha da trilha sonora

· Etapa 3

- Edição final

· Etapa 4

- Visualização do produto final


Obs.: Todas as etapas serão realizadas com todos os componentes do grupo, reunidos em locais a determinar.

Grupo:

Carla, n°1

Franco, n°3

Giovana, n°4

Maria Paula, n°13


Uma singela homenagem

Pessoas se relacionam a todo o momento e de alguma forma, após esse convívio social, passam a representar algo a nós. Sem dúvida alguma as mais importantes fazem parte da família, que constituem, além de ligações genéticas, laços afetivos. Portanto, é com orgulho e satisfação que faço essa singela homenagem a meu pai, a minha mãe e a meu irmão. Quero dizer o quão especiais são para mim por proporcionarem e completarem minha vida. Agradeço por estarem presentes em cada pequeno momento, em cada briga, em cada comemoração e por serem os meus professores da escola da vida. Não vou aqui citar o que cada um representa para mim, por que posso dizê-lo não através de um frio texto, mas sim, através de um caloroso diálogo. Enfim, escrevo agora palavras sem validade, que duram para todo o sempre: Família, eu amo você!

PS.: a foto é antiga, mas vale como ilustração.